http://www.jornalatribuna.com.br/MostrarNoticia.do?id=5130&ano=2010&mes=05&dia=15
Quase 70% da população acreana está sem saneamento básico em Rio Branco, segundo levantamento do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb). São 14,5 mil ligações de esgotamento sanitário registradas. A meta da instituição é fazer a cobertura de, pelo menos, 60% da cidade, até o próximo ano. Serão feitos mais 158 quilômetros de rede de esgoto.
Foram destinados R$ 100 mil para a expansão dos serviços de esgotamento sanitário, de acordo com o diretor presidente do Saerb, Semmy Ferraz. Em 2008, conforme pesquisa do Instituto Trata Brasil, apenas 13% dos moradores da Zona Urbana da Capital tinham acesso ao serviço. Hoje, esse percentual é de 16%. “O número de ligações cadastradas ainda é muito pequeno”, lamenta.
Avaliação do Instituto Tetra Brasil colocou Rio Branco entre as dez piores cidades do Brasil no ranking do saneamento. Das 81 cidades avaliadas pela organização não governamental, a capital acreana ficou na posição 75, perdendo apenas para três cidades do Rio de Janeiro, uma do Pernambuco, outra do Pará, e a vizinha Porto Velho (RO), que ocupa a última posição.
Mas, com a primeira e a segunda etapa do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) concluída, a situação será outra, na opinião de Ferraz. O Instituto Trata Brasil avaliou os serviços prestados em 81 cidades brasileiras, com mais de 300 mil habitantes: são as cidades que apresentam os maiores problemas sociais decorrentes da falta dos serviços e que concentram cerca de 72 milhões de pessoas no país.
Base de dados
A base de dados consultada para apontar esse avanço foi extraída do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgado anualmente pelo Ministério das Cidades, e que reúne informações dos serviços de água e esgoto fornecidas espontaneamente pelas empresas prestadoras dos serviços nessas cidades.
A capital acreana só entrou no ranking em 2008. Até 2007 eram 79 cidades, mas a partir de 2008, Rio Branco passou a integrá-lo, ao lado de Guarujá, no Estado de São Paulo, totalizando 81 localidades, conforme o release distribuído pela instituição de pesquisa. Ainda conforme o instituto, a série se encerra em 2008, sendo a última e mais atualizada informação oficial que o país dispõe, divulgada pelo Ministério das Cidades, em 29 de março deste ano.
O primeiro passo do levantamento, iniciado em 2003, foi detectar o nível de cobertura de água e o volume de esgoto gerado pela população em cada uma dessas cidades. Depois dessa análise, foram avaliados indicadores relacionados à oferta dos serviços, à eficiência dos operadores - municipais, estaduais e privados -, a política tarifária praticada e os investimentos feitos no período. Para cada indicador, o estudo estabeleceu um ranking, ano a ano, de evolução dos serviços nas cidades com mais de 300 mil habitantes.
Considerações
O estudo considerou população total atendida com água tratada e com rede de esgoto; tratamento de esgoto por água consumida; índice total de perda de água tratada, o que demonstra a eficiência do operador, calculado com base nos volumes totais de água produzida e de água faturada, tarifa média praticada nos serviços, que corresponde à relação entre a receita operacional direta do prestador do serviço e o volume faturado de água e de esgoto na cidade, além do volume de investimentos em relação à geração de caixa dos sistemas, compreendendo a arrecadação sem despesas operacionais. (Gilberto Lobo)
Expansão da Rede Coletora
1º Distrito
Bahia nova e Aeroporto Velho 25.285 m
Base 3.348 m
Preventório 2.936 m
Habitasa 7.940 m
Bosque 11.742 m
Village e Waldemar Maciel 4.103 m
Solar /Vila Ivonete 9.705 m
Placas 37.136 m
Eldorado 12.827 m
2º Distrito
Quinze e Seis de Agosto 25.388 m
Mauri Sérgio e Santa Inês 17.787 m
Total de expansão de rede coletora de esgoto 158.197 m
FONTE:SAERB
Foram destinados R$ 100 mil para a expansão dos serviços de esgotamento sanitário, de acordo com o diretor presidente do Saerb, Semmy Ferraz. Em 2008, conforme pesquisa do Instituto Trata Brasil, apenas 13% dos moradores da Zona Urbana da Capital tinham acesso ao serviço. Hoje, esse percentual é de 16%. “O número de ligações cadastradas ainda é muito pequeno”, lamenta.
Avaliação do Instituto Tetra Brasil colocou Rio Branco entre as dez piores cidades do Brasil no ranking do saneamento. Das 81 cidades avaliadas pela organização não governamental, a capital acreana ficou na posição 75, perdendo apenas para três cidades do Rio de Janeiro, uma do Pernambuco, outra do Pará, e a vizinha Porto Velho (RO), que ocupa a última posição.
Mas, com a primeira e a segunda etapa do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) concluída, a situação será outra, na opinião de Ferraz. O Instituto Trata Brasil avaliou os serviços prestados em 81 cidades brasileiras, com mais de 300 mil habitantes: são as cidades que apresentam os maiores problemas sociais decorrentes da falta dos serviços e que concentram cerca de 72 milhões de pessoas no país.
Base de dados
A base de dados consultada para apontar esse avanço foi extraída do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgado anualmente pelo Ministério das Cidades, e que reúne informações dos serviços de água e esgoto fornecidas espontaneamente pelas empresas prestadoras dos serviços nessas cidades.
A capital acreana só entrou no ranking em 2008. Até 2007 eram 79 cidades, mas a partir de 2008, Rio Branco passou a integrá-lo, ao lado de Guarujá, no Estado de São Paulo, totalizando 81 localidades, conforme o release distribuído pela instituição de pesquisa. Ainda conforme o instituto, a série se encerra em 2008, sendo a última e mais atualizada informação oficial que o país dispõe, divulgada pelo Ministério das Cidades, em 29 de março deste ano.
O primeiro passo do levantamento, iniciado em 2003, foi detectar o nível de cobertura de água e o volume de esgoto gerado pela população em cada uma dessas cidades. Depois dessa análise, foram avaliados indicadores relacionados à oferta dos serviços, à eficiência dos operadores - municipais, estaduais e privados -, a política tarifária praticada e os investimentos feitos no período. Para cada indicador, o estudo estabeleceu um ranking, ano a ano, de evolução dos serviços nas cidades com mais de 300 mil habitantes.
Considerações
O estudo considerou população total atendida com água tratada e com rede de esgoto; tratamento de esgoto por água consumida; índice total de perda de água tratada, o que demonstra a eficiência do operador, calculado com base nos volumes totais de água produzida e de água faturada, tarifa média praticada nos serviços, que corresponde à relação entre a receita operacional direta do prestador do serviço e o volume faturado de água e de esgoto na cidade, além do volume de investimentos em relação à geração de caixa dos sistemas, compreendendo a arrecadação sem despesas operacionais. (Gilberto Lobo)
Expansão da Rede Coletora
1º Distrito
Bahia nova e Aeroporto Velho 25.285 m
Base 3.348 m
Preventório 2.936 m
Habitasa 7.940 m
Bosque 11.742 m
Village e Waldemar Maciel 4.103 m
Solar /Vila Ivonete 9.705 m
Placas 37.136 m
Eldorado 12.827 m
2º Distrito
Quinze e Seis de Agosto 25.388 m
Mauri Sérgio e Santa Inês 17.787 m
Total de expansão de rede coletora de esgoto 158.197 m
FONTE:SAERB
Nenhum comentário:
Postar um comentário